Psiquiatria: o guia completo!

 

Ao se preparar para fazer o vestibular, é comum se deparar com algumas profissões que despertam o seu interesse e se encaixam com o que você espera do seu futuro profissional. No entanto, nem sempre será fácil e rápido encontrar todas as informações necessárias sobre elas. Um exemplo disso é a Psiquiatria, um ramo que mexe com a curiosidade de muitos jovens por lidar com a saúde mental do ser humano.

Contudo, será que você realmente sabe o que ela faz na prática? Qual curso é necessário para ser um psiquiatra? Quais os segmentos de trabalho ela tem? Quanto ganha um profissional da área? Muitas perguntas, não é mesmo? Por esse motivo, elaboramos um post que vai sanar todas elas e deixá-lo por dentro dos detalhes dessa carreira. Acompanhe!

O que é psiquiatria?

“O que é psiquiatra e o que, de fato, a faz a psiquiatria?” — eis as perguntas que não querem calar! Por isso, vamos começar explicando justamente essas duas questões.

A psiquiatria é um ramo que estuda e pesquisa a nossa saúde mental, examinando como ela se manifesta e, em especial, como ela altera o comportamento de cada ser humano, seja positivamente, seja negativamente.

Isso é de extrema importância porque durante muito tempo na história acreditava-se que apenas doenças que tinham efeitos físicos (como viroses, gripes, sarampo, tuberculose etc.) podiam ser consideradas realmente doenças.

O resto que não podia ser examinado, detectado ou mesmo tratado, as pessoas acreditavam que era provocado por motivos místicos ou espirituais. Para se ter ideia, mesmo com o advento das ciências biológicas e da saúde os problemas psíquicos ainda não recebiam o atendimento, nem muito menos o tratamento mais adequado.

Porém, à medida que a psiquiatria cresceu e ganhou espaço como uma ciência e, consequentemente, uma profissão na Idade Média, as enfermidades que atingiam o sistema nervoso e o funcionamento da mente puderam ser acompanhadas, avaliadas, categorizadas e tratadas com muito mais rigor e eficácia. Com isso, milhares de indivíduos puderam voltar a ter uma vida regular sem sofrimento ou discriminação social.

Já o psiquiatra, por sua vez, é o profissional que atua nessa área e é responsável por diagnosticar, realizar perícias, promover acompanhamento clínico, receitar tratamentos (medicamentosos ou não) e até mesmo desenvolver pesquisas médicas com o intuito de promover uma contínua melhora na saúde mental dos seres humanos.

Curso de Psiquiatria

Agora que você já sabe o que realmente é a Psiquiatria e ao que ela se dedica, nós vamos abordar como é o curso nessa área, esclarecendo as principais dúvidas sobre a duração dele e, em especial, as formas de ingresso. Confira!

Sem dúvidas, o curso de Psiquiatria desperta muita curiosidade e interesse. Porém, não há como prestar vestibular e se graduar nele como ocorre com o Direito, o Jornalismo ou a Filosofia, pois o mesmo não é uma graduação. Parece confuso? Calma, a gente explica!

Esse curso é, na verdade, uma pós-graduação exclusiva para quem se forma em Medicina. Isso porque a psiquiatria nada mais é do que uma das diversas áreas de atuação do médico.

No entanto, para que ele possa trabalhar com ela, não basta os conhecimentos obtidos durante a faculdade sobre assistência básica, funcionamento dos sistemas do corpo humano, processos patológicos, farmacologia e atendimento clínico e emergencial.

É preciso que o profissional continue estudando e se aprofundando especificamente sobre esse tema — que, por si só, é bem vasto, complexo e está em constante revisão — para se tornar um especialista nesse segmento.

É por isso que quando o aluno de Medicina obtém o diploma, após seis anos de graduação, ele tem dois caminhos a seguir: a residência médica ou a especialização — ambas consideradas pós-graduação lato sensu na área da saúde. Ou seja, são voltadas para o ganho de conhecimento teórico e principalmente técnico para o mercado de trabalho. Contudo, as duas têm algumas diferenças entre si. Confira, abaixo, quais são elas!

Residência médica

A residência médica é um programa administrado por instituições de saúde credenciadas na Comissão Nacional de Residência Médica, conforme a lei nº 6.932/1981.

Ela acontece anualmente e conta com um processo para selecionar os formados em Medicina que vão passar por esse período como médicos residentes para obterem o título de especialista nas mais diversas áreas de atuação (psiquiatria, ortopedia, ginecologia etc.).

Por ser uma formação sem custo para esses profissionais e bastante visada por valorizar o currículo, as vagas são bastante disputadas em todas as regiões do país. Tanto é que há quem brinque dizendo que essa seleção é, de certa forma, como um segundo vestibular pelo qual os médicos passam.

Vale ressaltar ainda que, por ter uma grande parcela da carga horária voltada para a prática profissional (cerca de 60 horas semanais), os residentes recebem uma bolsa mensal paga pela instituição responsável pelo programa. O valor mínimo assegurado é de R$ 2.384,82. Resumindo: você estuda, coloca diariamente em prática os ensinamentos obtidos e é pago por isso. Maravilha, não?

Especialização

A especialização, por sua vez, é um curso presencial que não tem um processo seletivo para entrar, é pago e realizado em uma faculdade. Durante ela, os médicos têm uma grande imersão teórica na área em que desejam se especializar por meio de aulas expositivas — nesse caso, a Psiquiatria. Porém, não acaba aí!

Paralelo ao que é visto em sala de aula, há também o desenvolvimento da prática profissional que ocorre por meio de convênios da instituição de ensino com ambulatórios, hospitais, postos de saúde e afins. Assim, os médicos podem adquirir experiência com atendimento, acompanhamento e tratamento de pacientes de forma similar ao que ocorre na residência.

Duração do curso

A duração do curso de Psiquiatria vai depender exclusivamente da modalidade de pós-graduação escolhida. Se for a residência médica, por exemplo, ela pode durar de dois a cinco anos. Já a especialização, por sua vez, costuma ter uma média de dois anos.

Grade curricular

A grade curricular da pós em Psiquiatria é composta por conteúdos que tratam justamente dos diversos segmentos de atuação do psiquiatra. Dessa maneira, o profissional será capaz de atender pacientes de todos os tipos e lidar com casos mais específicos e críticos. Abaixo, você confere algumas dessas disciplinas:

  • Transtornos do Humor e da Ansiedade;
  • Transtornos de Personalidade;
  • Psicofarmacologia;
  • Psiquiatria Forense;
  • Transtornos da Sexualidade;
  • Transtornos Psicóticos;
  • Psicogeriatria;
  • Dependência Química;
  • Epidemiologia Psiquiátrica;
  • Psiquiatria da Infância e Adolescência;
  • Transtornos Alimentares e Obesidade;
  • Psicopatologia da Atenção, Memória e Funções Executivas;
  • Avaliação Neuropsicológica;
  • Legislação e Ética em Psiquiatria;
  • Transtorno do Espectro do Autismo;
  • Intervenção Medicamentosa em Psiquiatria;
  • Transtornos do Sono;
  • Ética e Bioética;
  • Transtornos Dissociativos e Somatoformes;
  • Urgência e Emergência Psiquiátricas.

 

médico e paciente psiquiatria

O profissional de psiquiatria

Assim como ocorre nos outros campos de atuação da medicina, o profissional de psiquiatria é marcado por algumas características bem particulares e que reforçam não apenas a compatibilidade dele com a carreira escolhida, mas também com o compromisso de contribuir para uma melhora na vida dos outros. Ficou curioso em saber mais? Pois confira abaixo quais são elas!

Perfil do psiquiatra

O perfil de um médico psiquiatra requer que você desenvolva algumas habilidades essenciais para fornecer um atendimento e um tratamento ao seu paciente que não sejam invasivos, incômodos e ineficazes. Entre eles, podemos destacar:

  • forte empatia: visto que você lidará diretamente com pessoas que têm histórias de vida muito particulares, com histórico de discriminação e violência e que manifestam diferentes enfermidades (algumas, inclusive, graves);
  • alto nível de determinação: uma vez que muitas doenças ainda não são curáveis (como o transtorno bipolar) e alguns pacientes se sentem desmotivados a continuarem com o acompanhamento médico. Logo, você precisará incentivar, mostrar apoio e reforçar repetidas vezes que sem o correto tratamento, elas podem evoluir e se agravar;
  • capacidade de trabalhar em grupo: já que você atuará constantemente com médicos de outras especialidades, psicólogos, enfermeiros e terapeutas durante o tratamento dos pacientes.

Investimento contínuo em capacitação

Outro aspecto muito importante do profissional de psiquiatria é o investimento contínuo em capacitação. Isso porque a medicina e as respectivas áreas de atuação dela (da qual a psiquiatria faz parte) estão em constante mudança devido aos avanços científicos, aos novos procedimentos de assistência clínica, às descobertas da indústria farmacêutica e, inclusive, ao próprio avanço das doenças físicas e psíquicas.

Não é à toa que muitas vezes o que você estudou no início da faculdade de Medicina já foi revisto no final dela e, pouco tempo depois, descartado no período da sua pós-graduação. Portanto, como uma agenda da saúde, é indispensável se manter atualizado e estudando constantemente, pois isso acontecerá ao longo de toda a sua carreira.

É justamente aí que entra a participação em workshops, oficinas, treinamentos, cursos de extensão, congressos, seminários e conferências. Afinal, todas essas alternativas agregam valor ao seu currículo e ampliam o seu conhecimento.

Diferença entre psicólogo e psiquiatra

Um dos questionamentos mais frequentes sobre a Psiquiatria é qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra. Afinal, esses dois profissionais da área da saúde atuam com pacientes que enfrentam doenças e transtornos mentais que causam sofrimento, desconforto, dor e, em casos mais graves, até incapacitam a vida dessas pessoas.

Por isso, saiba que, sim, existem distinções entre ambos e elas se manifestam em várias etapas do atendimento clínico. A seguir, abordaremos todas elas. Fique atento!

Uso de guias no diagnóstico: DSM e CID

A primeira delas começa pelo diagnóstico de doenças. Isso porque os psicólogos usam como referência o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), enquanto os psiquiatras adotam não só ele, mas, em especial, a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID).

A princípio, isso pode parecer algo simples, mas pode ter um grande impacto em como cada problema é identificado e categorizado. O motivo disso é simples: o primeiro se trata de um guia elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria — que é válido para psicólogos e psiquiatras.

O segundo, por sua vez, é uma publicação elaborada e promovida pela Organização Mundial de Saúde — que é adotada por médicos em todo o planeta, independentemente da especialização que eles têm, a fim de uma padronização no serviço prestado.

Tratamento

O tratamento ofertado por ambas as áreas são bem diferentes, porém, complementares. Os psicólogos, por exemplo, investem em terapia — que pode ter abordagens distintas (psicanálise, gestalt-terapia, behaviorismo, humanismo etc.).

Dessa forma, o paciente passa por um processo de autoconhecimento e auto análise para ser capaz de identificar de forma consciente a causa do problema de saúde que tem, lidar com sintomas e traumas, enfrentar fobias e vícios, buscar mudanças de vida etc.

Já os psiquiatras, embora também promovam sessões de interação com o paciente, têm como foco principal o uso de medicamentos controlados que reduzam o efeito físico e psicológico das doenças e dos transtornos mentais, permitindo, assim, que as pessoas possam recuperar o padrão de vidas que elas tinham antes de manifestá-los.

É por isso que quando combinados, os dois tratamentos têm um resultado bastante positivo na rotina de quem está sofrendo e enfrentando dificuldades por conta da depressão, da ansiedade, da esquizofrenia, do ataque de pânico e por aí vai.

Acompanhamento

O acompanhamento dos pacientes também é distinto entre as duas profissões. Os psiquiatras aproveitam os encontros com eles para averiguar a evolução dos sintomas das doenças e a manifestação de possíveis efeitos colaterais por conta do uso dos medicamentos prescritos.

Além disso, como se tratam de médicos, é comum que eles que passem eventualmente exames laboratoriais e, em alguns casos, de diagnóstico por imagem para continuar ou alterar o tratamento. Por sua vez, os psicólogos mantêm a terapia como parte do acompanhamento dos pacientes por meses ou anos dependendo de cada caso.

No entanto, eles podem aumentar ou diminuir a quantidade de encontros por semana e, se necessário, adotar uma nova abordagem terapêutica que se enquadre melhore à subjetividade e às necessidades de cada indivíduo.

Mercado de trabalho

Até aqui, você leu sobre o que é Psiquiatria, os detalhes sobre o curso nessa área, qual o perfil de um profissional desse ramo e, inclusive, a diferença entre psicólogo e psiquiatra.

Bastante coisa, não é? Por isso, vamos encerrar nosso post falando sobre um último e importante aspecto: o mercado de trabalho. Afinal de contas, você quer saber quanto ganha um psiquiatra e em que áreas ele pode atuar, não é mesmo? Portanto, fique atento!

Áreas da psiquiatria

Não se deixe enganar: não é porque a psiquiatria é uma área de atuação dentro da medicina que a o trabalho do profissional é restrito ou mesmo repetitivo. Ao contrário! Não faltam segmentos para você explorar. Esse campo com diversos segmentos em que você pode seguir carreira e fazer a diferença para o próximo.

Abaixo, nós reunimos alguns exemplos e aproveitamos para falar sobre os diferentes ambientes de trabalho de um médico psiquiatra. Veja!

Psicogeriatria

A psicogeriatria é um ramo da psiquiatria dedicado exclusivamente às pessoas na terceira idade. Nele, o profissional pode ser um pesquisador e desenvolver estudos científicos em laboratórios sobre as patologias mentais na velhice e as melhores maneiras de tratá-las e preveni-las.

Além disso, ele pode atuar também em hospitais, consultórios e clínicas médicas atendendo a pacientes que manifestam algum tipo de problema e quadros de comorbidade — isto é quando há duas ou mais doenças ao mesmo tempo, sejam elas de origem psíquica, sejam elas de origem combinada (física e psíquica).

A partir disso, ele prescreve medicamentos adequados a cada perfil para garantir que eles tenham qualidade de vida e possam desfrutar dessa fase sem ter a saúde mental debilitada.

Psiquiatria forense

Por sua vez, o psiquiatra forense atua nos órgãos de justiça do país, como os fóruns e os tribunais. O trabalho dele é participar de processos — quando solicitado pelo juiz, a promotoria ou os advogados de defesa — para avaliar o réu ou ambas as partes de uma disputa.

A razão disso é que ele, enquanto especialista, é quem pode determinar, a partir de um laudo médico, se o indivíduo acusado possui algum transtorno mental que possa interferir no comportamento, no temperamento e nas atitudes dele e se a vítima de um crime sofreu danos psicológicos temporais ou permanentes.

Isso acontece muito, por exemplo, em casos de assassinos em série que estão sob julgamento, em casos de pais que brigam pela guarda dos filhos e em casos de violência sexual (assédio e abuso). A partir disso, o processo pode tomar rumos diferentes do previsto e a sentença deferida pelo juiz pode ser mais leve ou muito mais severa.

Dependência química

Por sua vez, o psiquiatra que atua no segmento de dependência química lida diariamente com indivíduos que desenvolveram vício em determinadas substâncias (como entorpecentes e álcool) e não conseguem mais ficar sem consumi-las — mesmo que isso faça mal ao organismo deles, mude o comportamento que eles têm e afetem o relacionamento com amigos, familiares, colegas de trabalho etc.

Esse profissional pode atuar em hospitais, mas trabalha principalmente em clínicas de reabilitação, centros de apoio e institutos terapêuticos. Nesses espaços, ele realiza sessões de acompanhamento médico com os pacientes que estão internados e prescreve tratamentos medicamentos que auxiliem eles a lidarem com o vício e, no futuro, a serem reintegrados ao convívio social.

Perícia médica – previdenciária

O psiquiatra também pode trabalhar em diversos órgãos públicos, sendo concursado ou não. Um bom exemplo é o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nesse ambiente, ele ocupa o cargo de perito médico. Ou seja, é ele o responsável por fazer a avaliação das pessoas que entram com pedido de auxílio-doença previdenciário, emitindo um parecer positivo ou negativo para a situação em que elas se encontram.

Afinal, há um grande número de indivíduos que alegam estar incapacitados de forma temporária ou mesmo definitiva de cumprir com as funções que normalmente exercem na empresa em que estão empregados por terem desenvolvido algum tipo transtorno mental.

Logo, precisam estar assegurados pelo INSS para não ficarem desamparados e sem renda, uma vez que muitos não conseguem voltar a trabalhar como antes.

Ou seja, o papel do psiquiatra nesse órgão é muito importante, pois ele ajuda as pessoas que realmente estão com problemas (e precisam de acompanhamento médico) a se afastarem parcial ou totalmente do trabalho para cuidarem da própria saúde mental e, assim, evitar um agravamento da doença.

Salário do psiquiatra

Tem curiosidade de saber quanto ganha um psiquiatra? Se a resposta foi um “sim”, saiba que, conforme levantamento do portal Salário, que lista ofertas de empregos em todo o país, a faixa de ganhos nacional desse profissional é de R$ 7.291,70 para uma jornada semanal de 21 horas — o que dá uma rotina de trabalho de. Aproximadamente, quatro horas por dia.

No entanto, em alguns estados a remuneração do profissional de psiquiatria é acima dessa média e pode chegar quase ao dobro dela, especialmente quando essa especialidade está em falta ou com alta demanda. Abaixo, você vê alguns exemplos:

  • Acre: R$ 13.200,00;
  • Santa Catarina: R$ 10.939,18;
  • Rio Grande do Sul: R$ 8.749,78
  • São Paulo: R$ 8.255,16.

Vale ressaltar que o psiquiatra é, antes de qualquer coisa, um médico. Portanto, caso queira, ele também pode prestar atendimento clínico geral em postos, consultórios, hospitais, centros ambulatoriais e afins — que é justamente para o que a faculdade de Medicina o prepara ao longo de 12 semestres. Com isso, a renda dele pode aumentar.

Como você leu, a Psiquiatria é um campo de estudo e de atuação profissional dos médicos que é rico em oportunidades de trabalho para quem sonha em ter uma carreira de sucesso e bem remunerada. Porém, não só isso! Ela também é uma área capaz de promover avanços na saúde mental, pois trata de problemas e transtornos mentais que cada vez mais afligem os seres humanos. Ou seja, ser psiquiatra é assumir um compromisso contínuo de ajudar o próximo e melhorar a qualidade de vida das pessoas! Uma bela profissão, não?

Gostou do post? Então é hora de começar a estudar para prestar o vestibular para Medicina. Para isso, inscreva-se na plataforma Stoodi para treinar com os exercícios das mais variadas matérias e montar o plano de estudo perfeito para a sua aprovação!