Gestão Ambiental: o guia completo!

Sabia que existe uma carreira que consegue unir gerenciamento e sustentabilidade? Essas são duas áreas presentes na maioria das profissões do futuro, já que vivemos a era da preocupação com o meio ambiente e da busca pela qualidade em todos os processos.

Então, se você está se preparando para o vestibular e tem dúvida sobre qual carreira seguir, conheça o curso de Gestão Ambiental.

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Este guia completo vai mostrar como é e quanto tempo dura o curso, onde estão as melhores faculdades e quais as possibilidades de atuação do gestor ambiental no mercado de trabalho — junto com o salário, é claro!

Boa leitura!

O que é Gestão Ambiental?

Todo mundo que estuda um pouquinho já ouviu falar de efeito estufa, desmatamento, aquecimento global e outros problemas decorrentes do mau uso dos recursos naturais do nosso planeta, não é mesmo?

Nesse cenário tão desgastado pela ação do homem, surge a necessidade de um profissional capaz de atuar a favor da preservação do meio ambiente em empresas e indústrias.

Em geral, esse papel tem sido ocupado pelo gestor ambiental — a pessoa responsável por cuidar da sustentabilidade nesses locais. É ele que vai averiguar a forma de evitar desperdício de matéria-prima, reduzir o volume de lixo e como descartá-lo sem provocar prejuízos ao ambiente, além de reaproveitar materiais.

Gestão Ambiental: o que faz?

O gestor ambiental é o profissional encarregado de evitar e minimizar impactos ambientais negativos advindos da produção e da relação humana com o meio em que vive. Para isso, a Gestão Ambiental planeja, prepara e implanta projetos ambientais relacionados aos mais diversos sistemas.

O engenheiro ambiental, por sua vez, é formado para criar e desenvolver tecnologias que também objetivam o cuidado e evitam a poluição da água, do ar e do solo, a fim de preservar ou restaurar o equilíbrio ambiental.

No entanto, o gestor ambiental está mais relacionado a aplicação dessas tecnologias em campo e na negociação e organização de como fazer isso. Enfim, é ele quem “defende a natureza” perante a ação humana, mas também preza pelo uso consciente dela, o que chamamos de desenvolvimento sustentável.

Já imaginou poder explorar uma mina com o mínimo possível de interferência na natureza e na vida da população humana que fica próxima a ela e, com isso, evitar desastres ambientais como os de Mariana e Brumadinho (MG)?

Curso de Gestão Ambiental

Esse curso tão moderno se desenvolveu, primeiramente, como um ramo da Agronomia. Quando se pensa em administração de atividades econômicas e sociais levando-se em conta a sustentabilidade, está aberto o caminho para a Gestão Ambiental.

A princípio, era oferecido na modalidade tecnológico, mas agora já existe o bacharelado, em função do aumento da procura por profissionais especializados em administrar a produção de bens e serviços em conformidade com o desenvolvimento sustentável.

O estudante terá contato com conhecimento nas áreas de flora e fauna, ecologia, uso de recursos energéticos, além de conhecimentos administrativos, econômicos e sociais.

Veja mais detalhes a seguir!

Gestão Ambiental: áreas de formação

Basicamente, as áreas envolvidas na formação em Gestão Ambiental são aquelas relacionadas às Ciências Humanas (Sociologia) e às Ciências da Natureza, com foco em Administração, Economia e Biologia.

Caso você escolha um curso com ênfase, são muitas as possibilidades, por exemplo:

  • Direito;
  • Gestão de Pessoas;
  • Segurança do Trabalho;
  • Práticas Pedagógicas;
  • Ecologia;
  • Setor Industrial.

Gestão Ambiental: salário

Há uma questão interessante: ao mesmo tempo em que há enorme demanda por esse profissional, a regulamentação da profissão ainda não foi aprovada. Isso significa que é o mercado quem dita a média salarial do gestor ambiental — e não o sindicato ou o governo, pois não existe um piso salarial.

Segundo dados do site Catho, um gestor em início de carreira recebe R$ 4.300 em uma empresa de médio porte, podendo chegar a mais de R$ 30 mil em altos cargos de direção. A média em todo o país, no entanto, é de R$ 3.584.

Analista ambiental, analista de sustentabilidade e consultor ambiental, todas funções que podem ser ocupadas por quem se formou em Gestão Ambiental, recebem por volta de R$ 3.400 a R$ 4.000 mensais, por 40 horas semanais.

Se o profissional quiser prestar concurso público, há vagas bastante vantajosas. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), por exemplo, oferece salário de R$ 8 mil para Analista Ambiental.

Gestão Ambiental: estágio

O estágio curricular é obrigatório para os cursos de bacharelado e o estudante precisa cumprir pelo menos 300 horas em uma instituição conveniada: pode ser uma empresa, uma ONG, escola, etc. Durante esse período, o futuro profissional terá contato com o dia a dia da profissão e saberá, na prática, aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula.

No caso específico do curso de Gestão Ambiental, o estágio supervisionado, como o nome indica, é acompanhado por um professor e por um profissional, ambos avaliando o desempenho do aluno em campo.

O estagiário, dessa forma, coloca em prática seus conhecimentos e testa suas aptidões para obter o melhor desempenho na área.

Duração do curso

Em média, o curso superior de Gestão Ambiental dura 4 anos. O curso tecnológico dura um pouco menos: de 2 a 3 anos. No primeiro caso, a titulação é em bacharel; no segundo, tecnólogo.

Tudo vai depender da instituição que você escolher e da sua disponibilidade. Existe um período ideal para o cumprimento dos créditos, além de um prazo máximo a ser cumprido.

Por exemplo, se você se matricula em um curso de Gestão Ambiental que tem duração de 8 semestres e 3660 horas, como é o caso da Universidade de São Paulo (USP), pode se formar, no máximo, em 12 semestres. Se precisar repetir uma matéria, e ela for pré-requisito de outra, já pode contar com um semestre a mais para se formar!

Gestão Ambiental EAD

Em todo o país, existem 81 cursos de Gestão Ambiental (tecnológico) na modalidade a distância (EAD) em funcionamento. Para estudar online, basta ter acesso a internet e acompanhar as aulas e os materiais disponibilizados na plataforma de aprendizagem.

As faculdades sugerem 2 horas de estudos diárias para acompanhar o desenvolvimento do curso. O estudante também precisa se deslocar ao polo para realizar provas e outras atividades presenciais.

Para se formar como tecnólogo em Gestão Ambiental, você precisará cumprir 1600 horas em 2 anos de estudo. Algumas instituições pedem um pouco mais: 3 anos, com carga horária maior. Depois, é só pegar o seu diploma, que tem o mesmo valor do que o de um curso presencial.

Pós-graduação em Gestão Ambiental

gestão ambiental

Para quem já se formou e pretende se especializar, a pós-graduação em Gestão Ambiental EAD é uma excelente oportunidade. Mais de 100 cursos estão abertos no Brasil, com ênfases diferenciadas:

  • Faculdade Futura: Administração Pública e Gestão Ambiental, 620 h, São Paulo;
  • Universidade Estácio de Sá (UNESA): Direito e Gestão Ambiental, 620 h, Rio de Janeiro;
  • Faculdade Dom Alberto (FDA): Ecologia e Gestão Ambiental, 720 h, Rio Grande do Sul;
  • Universidade Anhanguera (UNIDERP): Gestão Ambiental aplicada à Indústria, 440 h, Mato Grosso do Sul;
  • Faculdade Unileya: Gestão Ambiental de Empresas, 440 h, Rio de Janeiro;
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN): Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, 360 h, Rio Grande do Norte;
  • Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UFTPR): Gestão Ambiental em Municípios, 360 h, Paraná;
  • Faculdade Jardins (FAJAR): Gestão Ambiental e Práticas Pedagógicas, 360 h, Sergipe;
  • Faculdade FAMART: Gestão Ambiental e Segurança do Trabalho, 580 h, Minas Gerais.

São tantas as opções! E ainda tem muitas outras, ligadas à Gestão de Pessoas, de Equipes, Pública, Hospitalar, Auditoria, Planejamento Urbano, Geoprocessamento, Licenciamento, etc. Já adiantamos que quem se interessar pelo curso pode trabalhar em diversas vertentes!

Faculdade de Gestão Ambiental

Mas vamos ter calma, não é mesmo? Primeiro, você precisa conhecer as faculdades que oferecem graduação em Gestão Ambiental, mas já pode ir pensando na pós-graduação desde já! Assim, você direciona melhor o curso para as áreas de interesse.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), as melhores instituições são:

  • Universidade de São Paulo (USP), São Paulo (SP);
  • Fundação Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Dourados (MS);
  • Universidade Feevale, São Sebastião (SP);
  • Faculdade de Macapá, Macapá (AP);
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF SUL DE MINAS), Poços de Caldas (MG);
  • Centro Universitário UNA (UNA), Belo Horizonte (MG);
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), Recife (PE);
  • Faculdades Integradas de Três Lagoas (AEMS), Três Lagoas (MS);
  • Universidade Salvador (UNIFACS), Salvador (BA);
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), Porto Alegre (RS).

Lembramos que todos os cursos citados são oferecidos na modalidade presencial.

Gestão Ambiental: USP

A Universidade de São Paulo é uma das mais renomadas do país, com cursos de excelência na avaliação do MEC. Gestão Ambiental é oferecido em dois campi:

  • São Paulo (matutino e noturno): bacharelado em Gestão Ambiental, em 8 semestres;
  • Piracicaba: Gestão Ambiental, em 8 semestres.

Gestão Ambiental: nota de corte

A nota de corte média para ingressar no curso de Gestão Ambiental em uma instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificado (Sisu) é 604,02. Veja quais são as maiores e as menores notas de corte em todo o país.

Maiores notas de corte Sisu

  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), campus de Fortaleza, matutino, Fortaleza (CE) — 774 pontos;
  • Universidade de São Paulo (USP), Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each), matutino, São Paulo (SP) — 734 pontos;
  • Universidade de São Paulo (USP), Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each), noturno, São Paulo (SP) — 728 pontos;
  • Universidade de São Paulo (USP), Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), noturno, Piracicaba (SP) — 707 pontos;
  • Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Unidade Sede, integral, São Carlos (SP) — 675 pontos;
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), campus Rio de Janeiro, vespertino, Rio de Janeiro (RJ) — 659 pontos;
  • Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UFTPR), campus Curitiba – sede Ecoville, noturno, Curitiba (PR) — 652 pontos;
  • Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Instituto Três Rios, integral, Três Rios (RJ) — 644 pontos;
  • Universidade de Brasília (UnB), Campus UnB – Planaltina, noturno, Brasília (DF) — 639 pontos;
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus São Roque, matutino, São Roque (SP) — 630 pontos.

Menores notas de corte Sisu

  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), campus Princesa Isabel, integral, Princesa Isabel (PB) — 553 pontos;
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI), campus Corrente, noturno, Corrente (PI) — 553 pontos;
  • Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade universitária de Mundo Novo, noturno, Mundo Novo (MS) — 553 pontos;
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (IFAP), campus Laranjal do Jari, noturno, Laranjal do Jari (AP) — 558 pontos;
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (IFAC), campus Avançado de Xapuri, noturno, Xapuri (AC) — 560 pontos;
  • Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERS), Unidade Três Passos, noturno, Três Passos (RS) — 561 pontos;
  • Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERS), Unidade São Borja, noturno, São Borja (RS) — 561 pontos;
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL), campus Marechal Deodoro, matutino, Marechal Deodoro (AL) — 562 pontos;
  • Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERS), Unidade Alto da Serra do Botucaraí, noturno, Soledade (RS) — 563 pontos;
  • Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade Universitária de Coxim, matutino, Coxim (MS) — 565 pontos.

Esses dados mostram que não há diferença significativa entre as notas. Com a média, você consegue entrar em uma boa instituição, que pode ser uma universidade ou um instituto federal.

Porém, se você se encaixa nos requisitos do Programa Universidade para Todos (Prouni), pode pleitear bolsa em uma instituição particular, seguindo as notas de corte. Veja as maiores e menores.

Maiores notas de corte Prouni

  • Centro Universitário Internacional (UNINTER), Pap Panambi, Panambi (RS) — 668,8 pontos;
  • Universidade Potiguar (UnP), campus Natal — Unidade Roberto Freire, Natal (RN) — 660 pontos;
  • Universidade Potiguar (UnP), campus Mossoró, Mossoró (RN) — 642 pontos;
  • Centro Universitário Jorge Amado (UNIJORGE), Polo Feira de Santana, Feira de Santana (BA) — 639,22 pontos;
  • Universidade de Franca (UNIFRAN), Polo na Sede, Franca (SP) — 634,2 pontos;
  • Universidade de Franca (UNIFRAN), Polo Santos, Santos (SP) — 632,4 pontos;
  • Centro Universitário Internacional (UNINTER), Pap Balneário Camboriú, Balneário Camboriú (SC) — 631,7 pontos;
  • Universidade Paulista (Unip), Belém II, Belém (PA), — 629,5 pontos;
  • Faculdade Mauá de Brasília, EAD Mauá — Polo Sede, Brasília (DF) — 627 pontos;
  • Centro Universitário Cenecista de Osório (UNICNEC), Polo Teutônia, Teutônia (RS) — 624,82 pontos.

Note que todos esses cursos, exceto o da Faculdade Mauá de Brasília, que é presencial matutino, são oferecidos na modalidade a distância.

Menores notas de corte Prouni

  • Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI), Polo de Apoio Presencial de Joinville/SC, Joinville (SC) — 458,94 pontos;
  • Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto, EAD Santa Rosa de Viterbo — SP, Santa Rosa de Viterbo (SP) — 462,06 pontos;
  • Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI), Polo de Apoio Presencial de Brusque/SC, Brusque (SC) — 466,44 pontos;
  • Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), Polo de Chapecó, Chapecó (SC) — 467,5 pontos;
  • Universidade Pitágoras Unopar, Quilombo, Quilombo (SC) — 469,16 pontos;
  • Centro Universitário Internacional (UNINTER), Pap Maringá, Maringá (PR) — 472,04 pontos;
  • Centro Universitário Internacional (UNINTER), Pap Lages, Lages (SC) — 481,7 pontos;
  • Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI), Polo de Apoio Presencial de Curitiba/PR, Curitiba (PR) — 482,86 pontos;
  • Centro Universitário Internacional (UNINTER), Pap Palmital, Palmital (SC) — 483,08 pontos;
  • Centro Universitário Claretiano (CEUCLA), Polo Claretiano de Campinas, Campinas (SP) — 483,5 pontos.

Sem exceção, todos os cursos apresentados funcionam em EAD.

Gestão Ambiental: grade curricular

Vamos tomar como exemplo a grade curricular do curso de Gestão Ambiental da USP, citado acima. As disciplinas, por ano, são:

1º ano

  • Tratamento e Análise de Dados/Informações;
  • Resolução de Problemas I;
  • Fundamentos da Ciência Ambiental;
  • Introdução à Biologia;
  • Matemática para Análise Ambiental;
  • Pesquisa em Ciência Ambiental;
  • Resolução de Problemas II;
  • Dinâmica e História da Terra;
  • Fundamentos de Física;
  • Recursos Naturais e Meio Ambiente.

2º ano

  • Fluidos em Meios Porosos e Fraturados;
  • Química Ambiental;
  • Biomas Brasileiros;
  • Ecologia;
  • Ambiente Terrestre;
  • Fundamentos de Cartografia;
  • Ambiente Aquático;
  • Sociologia Ambiental;
  • Princípios de Administração;
  • Educação Ambiental;
  • Ambiente Atmosférico;
  • Epidemiologia e Microbiologia;
  • Gestão Ambiental;
  • Processamento Digital de Imagens;
  • Introdução ao Geoprocessamento;
  • Relações Cidade-Campo;
  • Análise Financeira e Prestação de Contas em Gestão Socioambiental.

3º ano

  • Estatística;
  • Saneamento Ambiental;
  • Poluição das Águas;
  • Poluição da Atmosfera;
  • Toxicologia Ambiental;
  • Natureza e Tipos de Solos;
  • Resolução de Problemas III;
  • Direito Ambiental;
  • Conservação Biológica;
  • Economia Ecológica;
  • Gestão de Recursos Hídricos;
  • Planejamento e Gestão Ambiental;
  • Economia;
  • Avaliação de Impacto Ambiental;
  • Modelagem Ambiental;
  • Resolução de Problemas IV;
  • Urbanização e Meio Ambiente.

4º ano

  • Geotecnia Ambiental;
  • Poluição do Solo;
  • Certificação Ambiental;
  • Ecologia Humana;
  • Transporte e Meio Ambiente;
  • Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos;
  • Política Ambiental.

Todas essas matérias consomem 3510 horas, entre aulas e trabalhos, que o aluno deve cumprir para obter o diploma. Também é necessário cursar disciplinas optativas eletivas e livres, perfazendo 150 horas. Vejas as escolhas que o estudante tem à disposição:

  • Ciências da Terra;
  • Ciências da Vida;
  • Ciências do Universo;
  • Ciência, Cultura e Sociedade;
  • Sociedade, Multiculturalismo e Direitos;
  • Psicologia, Educação e Temas Contemporâneos;
  • Sociedade, Meio Ambiente e Cidadania;
  • Arte, Literatura e Cultura;
  • Ecossistemas Marinhos;
  • Sustentabilidade e Organizações;
  • Valorização de Resíduos Sólidos Orgânicos: Tecnologias e Práticas no Processo de Sustentabilidade;
  • Comportamento, Liderança e Negociação em Gestão Ambiental;
  • Elaboração e Análise de Projetos Socioambientais;
  • Infraestrutura de Dados Espaciais para Gestão Ambiental;
  • Oceanografia Básica e Gerenciamento Costeiro/Oceânico;
  • Desenvolvimento Rural Sustentável;
  • Modelagem Ambiental e Aplicações.

Não podemos nos esquecer de que o graduando tem que participar de Estudos Acadêmicos e apresentar um Projeto de Formatura. Também há horas destinadas a isso.

O profissional de Gestão Ambiental

A profissão ainda não é reconhecida oficialmente. Existe uma lei em tramitação na Câmara dos Deputados para regulamentá-la. Sendo assim, não existe um sindicato. Porém, para trabalhar, além do diploma em instituição reconhecida pelo MEC, é preciso se registrar no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) assim que receber seu diploma.

Perfil do profissional

Os profissionais de Gestão Ambiental, tecnólogos ou bacharéis, têm perfis tão variados quanto as áreas de atuação. Pode ser mais metódico se for para o lado do Direito; mas curioso e aventureiro caso deseje ir a campo ou, ainda, demonstrar raciocínio lógico e capacidade de negociação se quiser trabalhar em empresas e indústrias.

De modo geral, ele precisa saber analisar situações e antever problemas, ter visão acurada para perceber falhas em processos e, por fim, saber trabalhar com uma equipe multidisciplinar. Afinal, ele terá que discutir com administradores e demais gestores na execução do seu trabalho.

Gestão Ambiental: mercado de trabalho

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O profissional, depois de formado, tem um enorme mercado de trabalho a ser desbravado!

Tanto o bacharel quanto o tecnólogo vão suprir a demanda na área, que aumenta em razão das necessidades do mercado e pela conscientização das pessoas por um mundo mais sustentável. Como elas, enquanto consumidores, passam a cobrar uma postura mais responsável das empresas, essas têm que investir e buscar profissionais.

Além de trabalhar em indústrias diversas, o gestor ambiental pode atuar em:

  • fazendas;
  • ONGs;
  • cooperativas;
  • institutos de pesquisa;
  • consultorias ambientais;
  • secretarias públicas e ministérios.

Já conseguiu a confiança necessária para se aventurar no curso de Gestão Ambiental? Se essas informações foram úteis a você, comece seus estudos agora mesmo! Temos um plano de estudos para ajudar a organizar todas as matérias que precisam ser vistas a fim de realizar seu grande objetivo: ingressar na faculdade!